RP#09 – PRECONCEITO CRISTÃO

19 de maio de 2015

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Fala Resistência! Estamos de volta e prontos para mais um papo.

A igreja evangélica brasileira sofreu preconceito e discriminação durante muitos anos. Contudo dos anos 90 pra cá, vivemos um crescimento considerável das igrejas; então a pergunta que fica é: Sentimos na pele o que é ser discriminado; mas agora estamos por cima da carne seca… e aí? Aprendemos com os erros dos outros ou cometemos os mesmos preconceitos contra quem não anda com a gente?

O programa não acaba no fim do podcast, heim! Sua participação nos comentários do nosso site, Facebook ou WhatsApp é essencial para a discussão e crescimento de todos nós; então… Participe pelo amor de Deus 🙂

Bastiões do preconceito não discriminatório: Rodrigo Oliveira, Leo Medeiros, Rodrigo  Muniz e Ed Nascimento.

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  • Priscila Felismino Medeiros

    Muito bom,nunca me vi como uma pessoa preconceituosa,sempre me vi como uma pessoa seletiva e isso me fez pensar o quanto ainda preciso abrir minha mente e evoluir,Deus falou comigo através de vcs,que abordou esse assunto de forma agradável,sóbria e sem hipocrisia!!! Parabéns,Deus abençoe vcs!!!

    • Realmente é muito fácil julgar e apontar, sem olharmos pra dentro de nós mesmos. E nada melhor que um “toque” do Espírito Santo para que nós tenhamos o desejo de melhorar a cada dia.

      Obrigado pelo seu feedback!

    • Daniel de Oliveira

      Bem vinda a Resistência Priscila. Obrigado pelo seu comentário. Interessante no seu comentário foi a palavra seleção. Vou comentar sobre uma percepção que ela me deu. No meio Cristão tendemos a selecionar certos pecados, ou somos ensinados a dar maior atenção a eles. Sendo assim, acabamos nos avaliando por essa lista, e buscamos ser corretos por ela. Não há um todo mal nisso, porém, acabamos por cegar-nos diante de outras facetas da nossa herança adâmica, e isso é mal. Graças a Deus pelo seu poder, que aprimora a nossa própria percepção!!!!! Pois a luz de Cristo, revela para nós, o que em nós, realmente necessita ser mudado. Abraços em Cristo Jesus!!!

  • Fala, cabras! Gostei muito do episódio! Conteúdo bem relevante e abordado com esmero e cuidados devidos! Como um curioso sobre o tema, principalmente no tocante à questão racial, gostei das referências muito bem colocadas! Fiquei pensando se alguém aí é sociólogo! kkkk Pois bem, a igreja reflete a sociedade que a cerca ou a envolve! Temos a mania de criar um espaço diferenciado como isso nos diferenciasse dos que estão lá fora, criamos o muro do que está ou é igreja nos apartando daquilo que está ou é mundo, como se estas entidades não se permeassem, não se misturassem quando passamos a institucionalizar demasiadamente a igreja — mesmo crédulo de que fora ou dentro da “instituição”, todos se institucionalizam em um ou outro momento. Mas é certo que quem senta nos bancos para o culto também possuem distorções e preconceitos que estão tão arraigados que parecem ser normal. Não sei até que ponto estimulamos um comportamento de superioridade por “torná-los especiais” por estarem no rol de membrezia de uma igreja! Enfim, não quero me prolongar ainda mais! Abraço a todos! E parabéns pelo episódio!

    • Fala aê, Ivandro, tudo bem cara? Muito obrigado pelo seu feedback. Também sou ouvinte do Cabra Cast e curto bastante; assim, é um honra pra mim saber que você ouviu nosso podcast.
      Respondendo a sua pergunta, nenhum de nós é sociólogo não. Em nosso grupo temos pastor, desigrejado, policial, teólogo, mas nenhum sociólogo kkkk. Apenas nos esforçamos para tentar trazer algum conteúdo em nossos programas.
      Mais uma vez, muito obrigado pela participação, Ivandro.

      Rodrigo Oliveira

      • Rodrigo Muniz

        Olá, Ivandro. Complementando a fala do Rodrigo, sou o desigrejado que ele mencionou, e não sou sociólogo…RS. Mas, sou historiador, com uma formação legal em sociologia. Tive um período inteiro só sobre Gilberto Freyre, por isso ficou muito clara pra mim a relação entre o preconceito inerente na sociedade brasileira, da qual somos participantes, crentes ou não. Penso que pela conscientização da “crentaiada” quanto a sua humanidade, poderemos vencer essa pseudo-superioridade que ainda persiste, e que nem era pra existir, já que a porta do Reino é a humildade de espírito, né? Mt 5.3 Não deveríamos ser soberbos, altivos, arrogantes. E se somos, é sinal de que nunca fizemos parte do mesmo. Um abração!

        • Rodrigo Muniz, não troquei seu bacharelado em história por desigrejado não, tá? Te enquadrei equivocadamente no grupo dos teólogos por que sei que já foi pastor de igreja institucional kk.

          Foi mal ; )

          • Rodrigo Muniz

            Irmão, sem problema. Na realidade, eu nem me considero teólogo. Me considero mais irmão que outra coisa. Eu nem gosto de revelar credenciais, não combina comigo, você sabe, mas achei q o irmão em questão merecia saber que estamos usando o melhor que o Pai nos concedeu em benefício do Reino. A Glória é toda dEle, somente dEle, e para Ele. Abçs!

  • Obrigado pelo seu feed abalizado desempre, Eddie. Estamos juntos!

  • Fala pessoal! Muito interessante a discussão.

    Sobre preconceito, gosto de sempre lembrar da célebre frase “respeito é bom e todo mundo gosta”. Por esse motivo, apesar de ter minhas convicções e crenças, reconheço que as outras pessoas também tem as suas, e devo respeitá-las. Aliás, se Cristo nos ensinou a amar as pessoas, é certo termos um relacionamento preconceituoso? Se é o “Espírito Santo quem convence”, realmente devemos enfiar o evangelho goela abaixo nas pessoas? Acho que não hehehe
    Claro que devemos respeitar, mas não aceitar. Se queremos respeito, devemos respeitar as outras crenças, mas não somos obrigados a participar. O mesmo para eles, que não são obrigado a serem Cristãos, sem antes quererem.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

    • Rodrigo Muniz

      Falou e disse brother. Amar também é suportar, né?! Abçs!

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