RP#12 – ARTE NA ADORAÇÃO A DEUS

20 de agosto de 2015

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Fala Resistência! Programa de nº 12 no ar!
Quem tem o direito de regulamentar qual forma de arte serve (e deve) ser utilizada como ferramenta de adoração a Deus? Toda forma de arte cabe dentro de um culto? Porque a música tem mais relevância dentro das igrejas em detrimento de outras expressões artísticas? Como identificar a linha tênue entre adoração e exibicionismo?
Sem mais delongas, dê logo um play e venha pensar conosco.

Ateliê de adoradores composto por Rodrigo Oliveira, Priscila Bonácio, Daniel Oliveira e Rodrigo Muniz.

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Nova vinheta e arte da capa por: Rodrigo e Elane Oliveira.
Pauta por: Rodrigo Muniz.
Convidada especial: Priscila Bonácio

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  • Bruno Martins de Maria Bruno

    Graça e
    Paz Resistência,
    aqui o Bruno de Joinville-SC
    como eu havia prometido voltei para pagar o salário de
    vocês(comentar)…rsrsrs
    muito bomo episódio,
    na minha opinião a arte de fato é desvinculada de rótulo de pagã ou cristã … qualquer
    expressão de arte pode levar a uma real adoração a Deus, visto que adoração
    como a Priscila falou no programa tem muito mais a ver com uma expressão de
    nossa vida… então em tudo que fazemos podemos buscar adorar a Deus…
    principalmente com a arte… seja ela a dança, a música, a pintura…. neste
    sentido eu vejo que não existe divisão em arte pagã ou cristã…
    porém querendo ou não… as pessoas são cristãs ou não… e aquilo que suas mãos produzem
    traduzem seus sentimentos e intenções…
    posso adorar a Deus por dar um dom excepcional a uma pessoa que não é cristã…

    é mais ou menos quando nós olhamos uma flor e na beleza dela eu consigo ver como é extraordinário o meu
    Criador…

    mas se uma pessoa tem um grande dom e não usa para o reino… eu fico triste porque a
    pessoa poderia estar usando o seu dom para adorar a Deus, ou evangelizar, ou de
    alguma forma trabalhar para o reino de Deus… (e trabalhar para o reino que eu
    digo não está associado a trabalhar na igreja e tal…)

    Porque eu creio que Deus nos dá dons para trabalhar de alguma forma para o seu reino…
    até o cara que não tem dom artístico mas é muito bom em administração… pode
    de alguma forma usar este dom para o reino…

    O pastor Carlos Queiroz.. falou algo bem real:

    Não adianta você fazer algo bem feito mas não fazer aquilo que Deus está pedindo para você
    fazer… Agir como os caras que assaltaram o Banco Central… fizeram algo
    muito bem feito… mas fizeram algo errado, com a motivação errada, para um fim
    errado… será muito triste (nas palavras do Pastor) quando Jesus no fim de
    nossa vida falar: “Olha você fez algo muito bem feito(você foi um grande
    pintor, uma grande dançarina, um ótimo advogado), mas você não fez o que eu
    queria que você fizesse”…

    Para mim podemos consumir todo tipo de arte… cinema, literatura, música… mas saber
    que muita coisa é boa… mas nem tudo me convém… Não deixar a cultura que não
    é cristã… influenciar o seu pensamento Cristão… deve ser o contrário…
    introduzir o pensamento Cristão em algo que não foi feito com este fim… como
    o exemplo do Daniel citou de Paulo dando um fim certo a um pensamento de um filósofo
    grego…

    Sobre quais expressões artísticas podem ser usadas como adoração no culto… eu fecho com o
    comentário do Rodrigo Muniz(eu acho) onde disse que o que for pelo Espírito ou
    direcionado por Ele ta valendo….

    se não for pelo Espírito, creio eu, que nem o hino da harpa cristã deve valer… rsrsrsss

    Um grande abraço.
    Bruno

    • Rodrigo Muniz

      Obrigado pelo seu comentário, Brunão. E é isso mesmo: se for pelo Espírito, tá valendo! Abração, e continue conosco.

    • Brunão, recebi o pagamento e décimo terceiro salário kkkk.
      Muito obrigado pelo seu feedback. Espero vc nos próximos programas.
      A propósito (por curiosidade), como conheceu o Resistência Podcast?

      • Bruno Martins de Maria

        Kkkk… valeu Rodrigo… estou no aguardo dos próximos e enquanto isto vou escutar os anteriores…
        encontrei a Resistência, quando estava procurando por podcast cristão… ou vida cristã… coisa do tipo…
        podemos agradecer ao google… rsrrsrrsss

        • Fala Brunão, boa noite! Você sumiu, mano… O que houve? Dê notícias.

          • Bruno Martins de Maria

            Fala Rodrigo!
            pois é… estou bem ocupado ultimamente…
            o último que escutei foi o podcast 11 sobre subcultura… porém não comentei…
            gostei do assunto e anotei um algumas coisas para comentar já que achei(está é minha opinião) que alguns comentários no neste episódio foram infelizes… o que acabou até me desanimando um pouco em ouvir os demais… mas faz parte…
            Vou voltar a escutar os podcats…
            estou estudando para a EBD desta semana sobre “Relacionamento com pessoas de uma fé diferente” e provavelmente vou escutar o podcast 6 (pregando para Árabes e Muçulmanos”…
            se der tempo comento aqui…
            Abraço…

          • Ah, deveria ter deixado seus pontos de vista, Brunão. Isso é importante para nós, acredite. É uma pena que o programa em questão (RP#11) não tenha te agradado, mas faz parte.
            Mas não some, mano. E quando quiser discordar, sinta-se livre. Amo uma bom debate de idéias.
            Abração!

  • Fala Galera! Ótimo episódio, com comentários bem equilibrados sobre o tema.

    Penso que a centelha criativa (artística) é algo que já vem embutido no ser humano devido a sua condição de imagem e semelhança com o Criador. Isto me chama a atenção ao observar as obras de criação artística daqueles que não professam uma fé no Deus único, na Cruz de Cristo e na ação de seu Santo Espírito, e mesmo assim conseguem criar manifestações de rara beleza e que tocam a alma.

    Aliás, tocar a alma é a função da arte que se difere da adoração que tem por objetivo mover o espírito. Por esta razão é que arte e adoração não precisam caminhar juntas e esta divisão explica o fato de que mesmo os não adoradores podem produzir grandes obras de arte e por outro lado aqueles que não possuem uma sensibilidade artística apurada não estão impedidos de oferecer uma adoração genuína.

    Infelizmente, uma religiosidade burra, tem podado as capacidades criativas de muitos, em nome de uma santidade equivocada que insiste em pregar um evangelho raso baseado em costumes e não em mudança de caráter e de mente. Esta pseudo cultura “gospel” restringiu a manifestação artística produzida por cristão ao campo da música e o que é pior: por conta de uma auto preservação covarde e egoísta privou-se de formação cultural resultando em uma atividade musical próxima do lixo e meramente comercial.

    O resultado construído por estes ensinos sem base bíblica trouxeram a tona uma instituição religiosa que não adora verdadeiramente, não vive o evangelho e não produz arte nenhuma, salvo exceções totalmente isoladas que resistem a todo custo. Mas nem tudo está perdido! Grande abraço.

    Luis Vulcanis
    http://www.esconderijounderground.com

    • Obrigado pelo seu feedback, embasado e pontual, como sempre.
      É sempre bom saber que existem outros amigos cristãos espalhados por aí, que não se dobram ao peso da religiosidade; conseguindo viver uma existência cristã livre.

      Muito obrigado.

      Rodrigo Oliveira.

  • Bruno e Pricila

    Graça e Paz galerinha da Resistência.
    Sou aqui de Joinville-SC e gostaria de dizer que já baixei e comecei a ouvir o podcast… até onde já escutei está muito dez…
    é o primeiro que escuto de vocês… sou fã de podcast cristão… meu favorito é o btcast (do site do meu vizinho Bibo)…
    parece que encontrei mais uma galera boa(rsrsrss)…
    assim que acabar de ouvir posto meus “comments” aqui…blza?
    Um Grande Abraço
    Bruno

    • Olá Bruno!
      Fico feliz por mais um ouvinte que chega, acredite.
      Saber que temos algo a dizer e alguém para ouvir é muito gratificante mesmo.
      Com certeza esperamos seu feedback!

      Seja bem vindo.

      Rodrigo Oliveira.

    • Daniel de Oliveira

      Muito obrigado pelo retorno. Saiba que seu comentário nos enche de alegria, e esperamos que nosso bate papo seja abençoador para você. Abraços em Cristo Jesus!!!!

    • Sejamos Conscientes

      Valeu Bruno que bom que deu uma chance para o resistência hehe, também gosto muito do BT cast o jeitão descontraído do Bibo kkk

  • “O comentário que me marcou, apesar de não ser diretamente relacionada com o tema, foi sobre o fato de as pessoas comentarem sobre a maldade no mundo como prova da inexistência de Deus, mas na verdade é porque existe um Deus que ainda há alguma bondade no mundo. Uma ótima e verdadeira resposta! ”

    Realmente foi uma resposta inspirada, cara… Me marcou muito também, Muniz.

    • Rodrigo Muniz

      Na realidade não foi minha a frase, eu ouvi de outra pessoa de quem não lembro o nome. Mas, realmente é uma excelente percepção, não é mesmo? Eu tenho meditado sobre isso ultimamente, nas manifestações gratuitas de Deus em nosso favor, e como nós não as notamos com frequência. Estamos num tremedal de lama, num mundo imerso no mal. Todos ao redor estão apodrecidos pelo pecado, inclusive nós. Somos podres por natureza, e nada temos de bom que não nos tenha sido dado. Portanto, todo bem que possa circular nesse mundo depravado não vem de outra fonte que não o Senhor. Sendo assim, fica óbvio que, quando somos amados, indiretamente, é o Senhor quem nos toca. A luz das estrelas só se torna visível e admirável em meio às densas trevas. Se tenho “luz própria” não valorizo a luz que vem do céu.

  • Curti o episódio pessoal. O comentário que me marcou, apesar de não ser diretamente relacionada com o tema, foi sobre o fato de as pessoas comentarem sobre a maldade no mundo como prova da inexistência de Deus, mas na verdade é porque existe um Deus que ainda há alguma bondade no mundo. Uma ótima e verdadeira resposta!
    Sobre a dança nas igrejas, por mais que eu não veja problemas, eu não consigo ver como isso pode agregar. Não consigo mesmo. Entendo que as pessoas tem que participar, não apenas assistir. O mesmo vale para as músicas: se só o grupo de louvor toca e ninguém consegue cantar, não agrega.

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

    • Obrigado pelo feedback, Eddie. Super abraço.

    • Daniel de Oliveira

      Como foi dito no Podcast, a manifestação artística em si já é uma adoração a Deus. No Salmo 19: Davi diz que a natureza exalta a Deus, e sem usar palavras prega e louva o criador. Paulo reforça esse argumento em Romanos 1:19-21. A pergunta que fica é: Como a natureza adora a Deus? Devemos entender, que adorar é reconhecer, prestar homenagem, louvor, mérito, honra e/ou obediência para um ser superior, digno e santo.

      Como é que sol adora a Deus? Basta o Sol ser Sol. Justamente sendo o que é, o Sol está de acordo com a vontade Deus. Interessante, que na criação narrada em Gênesis, cada fase da Criação, era elogiada e avaliada como boa. Disse Deus: Haja luz; e ouve luz. E viu Deus que a Luz era boa;…

      Porque a Luz era boa? Porque ela foi criada na exata forma que Deus planejou, e no exato momento que Ele determinou. O Sol louva a Deus através da sua obediência de ser.

      OBS: SEI QUE A LUZ, NÃO TEM A VER COM A CRIAÇÃO DOS LUZEIROS. KKKKKK!!!!!!

      Quando Jesus foi batizado, Deus declarou: Esse é meu filho, em quem me comprazo ou que tenho prazer. Porque Deus tinha prazer em Jesus? Porque Jesus como homem, era a realização do projeto idealizado em Adão. Adão diferente da criação, foi o único que se opôs a obedecer uma ordem de Deus.

      Talvez Eduardo a nossa insistência de definirmos o ambiente de reunião de irmãos, um lugar único para adoração complique a aplicação de certas manifestações. Acho que não é a religiosidade em si, que ocasione o problema para certas manifestações, mas a proposta da reunião em si. A religião atrapalha sim, no sentido de não percebermos a adoração nas simples atitudes e gestos da natureza e no homem. Talvez o artista não reconheça a Deus no seu dom, mas nós, como Cristãos devemos louvar a Deus, pois sabemos discernir o Deus que capacita com dom e talentos. Abraços

      • Perfeito!

      • Acho que tu não entendeu o que eu quis dizer Daniel. Não estou dizendo que a adoração é só no ambiente de igreja. Falar isso não faz sentido. Estou falando da adoração no ambiente de igreja. No momento que estamos em um momento congregacional, ou seja, igreja, entende-se que o grupo deve participar junto. Quando digo igreja não falo do templo, falo de nós. Sendo assim, não vejo como qualquer expressão artística que exclua uma parte do corpo possa ajudar o corpo a adorar a Deus de forma unida. Como eu disse, não tenho problemas, mas acredito que todos precisem ter sua parte.

        • Eddie, entendi o que o Dani quis dizer; que a adoração extrapola os limites da cultura ou produções humanas. Está certo. Da mesma forma, a sua colocação é perfeita no que tange a adoração mediantes expressões artísticas. Penso muito parecido com você. Acredito que, nos momentos de culto, as expressões que favorecem a inclusão de todos devem prevalecer. Senão ficam os “apresentadores” de um lado e a platéia assistindo apenas.
          Inclusive reclamei no programa sobre a inserção da coreografia nos cultos. Não me ofende; mas eu não me sinto incluído. Fico boiando esperando acabar.

          • Exato.
            E quanto a extrapolar os limites, é isso mesmo. Nesse ponto a explicação do Daniel foi top. Afinal, Deus quer “verdadeiros adoradores que adoram em espírito e em verdade”. 🙂

        • Daniel de Oliveira

          Eu aproveitei o que você disse e transmiti o conceito que escrevi. Mas no mesmo comentário, escrevi que a proposta de reunião e adoração entre irmãos, não favorece as outras manifestações artísticas, pois como você e o Rodrigo disseram, alguém fica na passividade. Ou seja, não que a dança não possa ser praticada como adoração, e nem que nosso modelo atual de reunião entre irmãos esteja errado, só que os mesmos são opostos nos métodos, mas com o mesmo objetivo. Adorar a Deus.

          Eu lembro quando eu estudei enfermagem, tinha uma aula que nos preparava para lidar com conflitos da profissão e do relacionamento humano. Numa dessas aulas foi proposto a dança para gerar certa interatividade. Uma aluna que estudou dança, ficou responsável pela aula. Mas ela não só falou de dança, ou explicou, mas botou todo mundo pra dançar. Talvez devamos criar certos momentos de interatividade, para quem se sente a vontade. Todavia também temos que buscar aprimorar nossa sensibilidade, quantas músicas, eu detestava quando ouvi a primeira vez; De certo modo, minha rejeição me tornou insensível e passivo a canção. Todavia, ninguém é obrigado a apreciar tudo, ou a sentir tudo, ou ser ativo em relação a tudo. Se Deus permitiu que Pedro fosse mais sensível em relação aos Judeus e Paulo aos gentios, não podemos exigir sensibilidade plena pra tudo. Porque mesmos cristãos ainda somos humanos em aperfeiçoamento. kkkkkkk!!!!! Se embolei o meio de campo foi mal. KKKKKKKK!!!!!! Abraços Eduardo!!!

          • Now we are talking.
            E isso ai Daniel. Acho que eu que não entendi teu ponto inicialmente então heheeheh

  • Rodrigo Muniz

    Vale ressaltar algo, o fato de que nem todos que ousam enveredar pelo mundo da arte são propriamente artistas. O Rodrigo falou algo parecido com isso, mas fiquei com isso na cabeça. Arte é expressão verdadeira, e não a mera repetição. Nesse segundo caso, o “papagaio” está apenas reproduzindo a expressão do autor. Então, meu(inha) querido(a), se você quer adorar a Deus, mas não leva jeito no campo das artes, não se entristeça. Adore a Deus amando o próximo. Sua atitude vai soar como uma linda sinfonia aos ouvidos do Pai.

    • Se as pessoas se preocupassem mais em amar a Deus no outro, no próximo, isso seria visto como a mais bela obra de arte pelo Pai. De que adianta pular, dançar, pintar, tocar, cantar, se o outro não conhece a Cristo e eu fico fechado dentro do templo me expressando artisticamente?

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