RP#11 – SUBCULTURA EVANGÉLICA BRASILEIRA

26 de julho de 2015

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Programa de número 11 no ar e você está convidado a pensar um pouco com a gente a respeito da igreja evangélica brasileira enquanto Subcultura. Isso é bom ou ruim? Quando é que ter seus ritos, dogmas, linguajar ou gosto musical se torna um problema para a pregação do genuíno evangelho?

Subcultura ‘Podcastiana‘ brasileira formada por Rodrigo Oliveira, Leo Medeiros, Rodrigo Muniz e Daniel Oliveira. Participação especial do Tobi (cachorro do vizinho do Leo).

Comentado no programa:

Fotografia de Davi Ribeiro citada no programa.

A genuína conversão – Caio Fábio (Vídeo)

Verdadeiro Evangelho – Paul Washer

O Celeste porvir – Antônio Gouvêa Mendonça

O Novo Rosto da Missão – Luiz Longuini Neto

A Explosão Gospel – Magali do Nascimento Cunha

O Cântico da Vida – Simei de Barros Monteiro

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23 comments on “RP#11 – SUBCULTURA EVANGÉLICA BRASILEIRA

  1. Luis, conheço um caso aqui de um presbítero da AD que falou de Jesus para uma jovem. E no domingo ela colocou uma saia até o pé, pois as senhoras dessa igreja se vestiam assim, e foi até a igreja. Porém, ela usava uma blusa de alcinha. Ao chegar na porta do templo ela encontrou o tal “presbítero” e disse a ele:
    – A paz do Senhor, irmão. Viu? já estou usando saia como deve ser…
    – a irmã só se converteu da cintura pra baixo? – bradou o homem de deuxx em alta voz, na frente de todos.

    A mulher foi embora e nunca mis voltou. O pior foi que o próprio, que é um colega de trabalho, me contou isso, com todo orgulho do mundo; como se tivesse colocado um pagão no seu devido lugar.

    Triste é que a cegueira é tão grande, que esses promoters do inferno acreditam que estão zelosos para com o Reino de Deus.

  2. Leonardo Medeiros Braga ago 1, 2015

    Adoro treta!

  3. Rodrigo Muniz ago 1, 2015

    Fala galera! Enfim, estou aqui comentando. Estou muito feliz por ver a participação do Luís, do Eduardo, e do pessoal da trupe.

    Quero aproveitar esse espaço para aprofundar aquilo que eu considero o mais importante, ou seja, o alerta para aqueles que tem ouvido o chamado de Cristo, e que tem se aproximado dEle, mas da forma errada, por meio da religião. Precisamos acordar para o fato de que Ele não fundou uma religião, mas proclamou o Reino de Deus na terra, ficou a bandeira. O que nós fizemos foi somente deturpar a mensagem ao longo dos anos. Contudo, assim como em todas as épocas, o Espírito tem inspirado pessoas para o retorno às veredas antigas. Deixemos a religião e vivamos o Reino e sua cultura, a cultura do amor Ágape (amor incondicional, que se doa, que se entrega) e da Cárita (fazer o bem – caridade – ajudar o próximo sem interesse algum).

    O segredo da vida é muito simples: Amar a Deus, amar a si e ao próximo com Cristo nos amou. O resto é religião. oriente sua vida por estes três princípios e você estará cumprindo o propósito do Pai. Tudo que acontece em nossas vidas faz parte do processo no qual Ele nos insere para que nos tornemos como Cristo (Rm 8.28-29), pois, se nascemos dEle (Cristo), temos o seu “DNA”, e estamos caminhando em direção à sua vida, o maior exemplo de amor integral.

    Portanto, irmãos, que sejamos agentes desse Reino, e não meros religiosos. Tudo se resume nisso: AMOR.

  4. Edvaldo Nascimento ago 1, 2015

    Ainda bem que o Tobi louvou a Deus de forma genuína…kkkkk

  5. Edvaldo Nascimento ago 1, 2015

    O cancioneiro neopentecostal é cheio de superstições, mantras, erotismo com o “noivo” e etc.

  6. Edvaldo Nascimento ago 1, 2015

    Eduardo Silveira… a Valadão Family
    até fala de Jesus… às canções sempre citam Jesus…mas qual
    “Jesus”? Não o das Escrituras… às vezes um “Jesus”
    erotizado…como a canção da Nívea: “Jesus quero tanto você.. vestir sua
    camisa… com às mangas maiores que as minhas… e te abraçar….” típico
    das relações sexuais casuais dos não-cristãos e dos filmes Holyudianos.

    • Caraca! Tem isso???

    • Rodrigo Muniz ago 1, 2015

      Sei de que música vc está falando, mas não seria a imagem de um filho usando a roupa do pai? Não estou defendendo nada, só penso que NESTA observação vc pode ter se equivocado, brother.

      • Edvaldo Nascimento ago 1, 2015

        Fala mano Muniz….Pode até ser, e me parece que o autor teve a intensão de fazer referência a parábola do filho pródigo, mas acredito que ficou ambíguo. Acho que a canção poderia ter usado uma referência mais paternal. Embora a parábola do filho pródigo, ou melhor seria, do Pai amoroso, usa as figuras da cultura judaica dos tempos de Jesus, sobre as sandálias, o anel, a roupa do pai que era a melhor roupa, a canção usa a referência paternal em Jesus, pois a característica paternal está no Deus Pai, e não no Deus Filho. Mas ela parece mais uma relação muito usada pelos neopentecostais do “noivo” e a “noiva”, que ser refere mais a Jesus. Na expressão “Jesus, eu quero muito você” … ficou muito parecido com aquela relação. A impressão é que acabou misturando as relações o Deus Filho e o Deus pai. Acho que a canção, a mensagem, deve ter bem clara estas distinções.

        • Rodrigo Muniz ago 1, 2015

          De fato. Vejo essa “dificuldade” em algumas canções do tal movimento chamado “adoração extravagante” que ganha força com todos os grupos e cantores que, influenciados pelos moveres estrangeiros (e alguns cantores até foram importados também, como David Quinlam, Gregório McNuty, dentre outros), apresentam-se eivados de um pieguismo quase erótico, fruto de um desconhecimento (ou não) das diversas nuances da palavra AMOR. (Um exemplo claro é o da música que postei acima) Daí dizer que se está APAIXONADO por Jesus, “desesperado de amor”, “enfermo de amor” (Davi Sacer), e outros tantos termos que, se alinhados com a maneira correta pela qual devemos amar a Deus, perdem todo o sentido.
          Isso nada mais é do que a demonstração da superficialidade do conhecimento bíblico e teológico de muitos compositores evangélicos, talentosos, diga-se de passagem, mas produtores de heresias terríveis.

          • Edvaldo Nascimento ago 4, 2015

            Pois mano Muniz… embora, salve engano, na idade médio surgiram os chamados “místicos românticos” que usavam linguagem bem semelhante…não há nada de novo debaixo do sol.

  7. Edvaldo Nascimento ago 1, 2015

    Muito
    bacana o comentário do Luis Vulcanis… Eu como pastor tenho muitas
    dificuldades de viver naturalmente a vida cristã, por conta de uma subcultura
    evangélica importada da USA. Por exemplo, hoje de manhã corri para alcançar o
    caminhão do lixo…. E percebi que estava sem camisa… Eu mesmo me senti constrangido…
    Uma coisa que poderia ser natural. Mas do lado de casa tem um pastor
    neopentecostal e no meu prédio também… Eles sabem que sou pastor… E que também
    sou bem diferente deles. Ando de bermuda… Vou para academia às vezes de short
    e de moto… Mas as vezes percebo que eles não me consideram um
    “pastor” no sentido da subcultura evangélica. Fora que temos uma
    verdadeira música brasileira…que nem é nada aproveitada nas igrejas…e
    também não gera grandes lucros. Vencedores por Cristo, Logos, Sal da
    Terra…não dão lucro as mafiosas rádios evangélicas.

    • Isto é um problema recorrente em muitos lugares. Eu já morei em lugares que não podia sair na rua de bermuda porque certamente enfrentaria o julgamento dos outros. Tenho até uma situação em que estava na EBD e um irmão (O professor) estava contando que encontrou uma irmã na rua que lhe saudou com o tradicional “A Paz do Senhor” e ele não respondeu porque ela estava de calça. Ai eu não aguentei e disse: O irmão está errado duas vezes: Uma por ser mal educado e outra porque a paz que o irmão recusou era do SENHOR e não da irmã! Ai deu aquela polêmica!

      Como diz o Rodrigo Bibo do Bibotalk. Essa Teologia do Cagaço está matando muita gente…. Grande abraço.

  8. Fala Galera! Não conhecia o trabalho de vocês e; se os outros episódios tiverem a mesma profundidade deste, vão para minha lista de favoritos.

    Sinto que o grande mal da igreja brasileira é justamente a falta de Bíblia, que; aliada a prepotência cristã tem nos levado a pensar que a única forma de cultuar corretamente a Deus é a nossa e nunca a do outro. Este preconceito tem gerado um afastamento dos sedentos, por não conseguirem ficar a vontade, nas casas que afirmamos pertencerem a Deus mas que somente permitimos o acesso aos iguais e nunca aos diferentes. Penso que nem Jesus, com toda a sua misericórdia, consegue se sentir em casa nos nossos templos.

    Felizmente, ainda existem uns poucos pequenos cristos, dispostos a pagar um alto preço, que não dá ibope, não vende discos, não atrai multidões mas serve de duto para o agir de Deus, promovendo transformação de vidas e a edificação do Reino. Grande abraço.

    Luis Vulcanis
    http://www.esconderijounderground.com

    • Bom dia Luís!
      Obrigado por ouvir nosso podcast, por comentar e por compartilhar.
      Concordo plenamente com suas palavras. Ao mesmo tempo em que me sinto desesperançado com a igreja evangélica brasileira nos seus moldes, sei que existem pessoas sérias, sedentas de evangelho, que amam ao Senhor e não se vendem.

      Espero que goste dos outros episódios e fique conosco. Super abraço, brother!

    • Leonardo Medeiros Braga ago 1, 2015

      Nossa irmão Luis, fico muito feliz pelas suas palavras!!
      Bom saber que não somos os únicos com essa visão horizontal do evangelho.

      Esses sedentos precisam aprender a olhar para exemplos, mas a “teologia” de hoje (se é que se pode chamar de tal nome) ensina-lhes a olhar para cima e isso gera diversos problemas 2 deles são:

      1º Quando olham para cima, não encontram ninguém, pois cristo se contempla na face do outro (cf 1 Jo.4 8.), se eu não vejo e não amo o irmão que está ao meu lado, jamais poderei encontrar a Deus olhando para o alto e quem afirma tal coisa é mentiroso e não ama a Deus.

      2º Quando o cristão só olha para o alto, não vê os erros, não contesta, não estuda, não faz diferença e por consequência não tem condições de denunciar o pecado. Isso é um prato cheio para esses aproveitadores da fé, que podem roubar as únicas duas moedas que as viúvas pobres põe no gazofilácio.

      O mal da geração que não lê a bíblia é ouvir a antiga sentença: ‘irmão, não olhe para o homem, olhe para Deus’ e aceitar isso como se fosse algo bíblico. Se eu não vejo Deus no meu líder em quem mais eu vou encontrar a Cristo?

      Filipenses 3:17
      Caros irmãos, sede meus imitadores e prestai atenção nos que caminham de acordo com o padrão de comportamento que temos vivido.

      Mais uma vez, obrigado pelas palavras irmão Luis, não sabe o quanto isso nos faz bem!

      Leo Medeiros.

  9. Assuntos polêmicos nesse episódio eheheh Achei interessante o comentário sobre o “movimento gospel”. Resolvi fazer um teste. Propus um desafio em um grupo do Whatsapp que tem o pessoal jovem lá da igreja pedindo que citassem 5 músicas do movimento gospel que falassem de Jesus. As músicas teriam que ser deles, não regravação de corinhos ou tradução de música gringa, e teria que ser desse “novo movimento gospel” que vemos ai com Thalles, Valadão Family e cia. To ainda esperando pelo menos uma música 😛

    Abraço
    EddieTheDrummer (PADD)

    • Isso serve para ligar o alerta dessa moçada, não é? Como o Léo disse mais de uma vez ao longo dos episódios, Jesus se diluiu nesse processo chamado Gospel.
      Muito triste mesmo. Obrigado por ouvir, comentar e compartilhar sua experiência conosco.

      Abração, mano!

      • Pior é que, se para pra pesquisar bem, até acha alguma música. Porém, não são as “mais conhecidas das rádios” eheheh Então o pessoal não lembra…

    • Daniel de Oliveira ago 1, 2015

      Seu comentário me lembrou um problema recorrente, quando a igreja se propõe a fazer um evangelismo na rua. Na hora de cantarmos, cade as músicas com temas evangelísticos? Ninguém sabe uma. Eu como sou da antiga, puxo um Logos um Vencedores. Pois a quantidade de músicas que eles compuseram encaixa perfeitamente com a necessidade de evangelizar. Mas se cassar no atual mercado, não acha nada. Abraços.

    • Leonardo Medeiros Braga ago 1, 2015

      Fala Eduardo, que desafio difícil para esses pobres jovens rsrsrsrs

      Acho que é mais fácil um camelo passar pelo fundo da agulha que encontrar Jesus em um cântico gospel hahahahah

      Obrigado pela força mano!!

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